Catarina retorna à sua cidade natal depois de muitos anos, mas encontra a vila vazia, em uma espécie de quarentena, onde as pessoas ficam trancadas dentro de suas casas, com medo de terem suas almas levadas pelo rio, pois acreditam que todos os anos, para que a água chegue e as plantações prosperem, Santa Bárbara leva uma alma afogada ao rio em troca de chuva, durante a semana anterior à Parada dos Mortos.